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Empresário suspeito de instalar câmera escondida em banheiro de casa alugada é indiciado por três crimes

Francismar Fernandes da Silva foi preso após uma adolescente, que morava com a família na casa alugada por ele, descobrir uma câmera escondida na tomada do banheiro. Vídeo mostra quando equipamento é achado.


G1-Goiás



O empresário Francismar Fernandes da Silva, suspeito de instalar uma câmera escondida no banheiro de uma casa alugada, foi indiciado pela Polícia Civil por três crimes: filmar cena pornográfica envolvendo criança e adolescente; transmitir cena de nudez de adultos; e violação de homicídio. Abaixo, veja a explicação de cada um deles dada pela delegada Aline Lopes, que investigou o caso.


O empresário foi preso preventivamente no último dia 19 de abril. Ele ainda é investigado por estupro contra uma mulher quando ela tinha 10 anos.


Veja os crimes pelos quais o empresário foi indiciado:


1. Duas vezes pelo artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente. Esse crime prevê uma pena de quatro a oito anos de prisão, além de multa;


2. Uma vez pelo artigo 218-C do Código Penal Brasileiro (CPB): Oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática, ou, sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia. Esse crime prevê uma pena de dois a 5 cinco anos de prisão.


3. Uma vez pelo artigo 150 do Código Penal Brasileiro (CPB): Entrar ou permanecer, clandestina ou astuciosamente, ou contra a vontade expressa ou tácita de quem de direito, em casa alheia ou em suas dependências. Esse crime prevê uma pena de um a três meses de detenção, ou multa.


Lopes afirma ainda que, quando saírem os resultados das perícias, o empresário poderá responder por mais crimes.


A investigação começou em fevereiro deste ano após uma adolescente, que morava com a família na casa alugada por ele, descobrir uma câmera escondida na tomada do banheiro.

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