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Em Goiás, a taxa de alfabetização é de 94,5% contra 5,5% de analfabetismo, diz IBGE

Estado tem a oitava maior taxa de alfabetização do País



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Em Goiás, a taxa de alfabetização é de 94,5% contra 5,5% de analfabetismo, diz IBGE (Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil)



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta sexta-feira (17), resultados do Censo Demográfico 2022, que mostram Goiás com a oitava maior taxa de alfabetização do País. A porcentagem é de 94,5%, conforme o IBGE.


Isso significa que, na ocasião, foram identificadas 5,6 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade no Estado. Destas, 5,3 milhões sabiam ler e escrever um bilhete simples e 308,7 mil não sabiam sequer ler e escrever um bilhete simples. Com isso, a taxa de analfabetismo é 5,5%.


Superam Goiás: Mato Grosso do Sul (94,6%), Paraná (95,7%), Rio de Janeiro (96,7%), São Paulo e Rio Grande do Sul (96,9%), Distrito Federal (97,2%) e Santa Catarina (97,3%). No último lugar está Alagoas, com 82,3%. Em seguida: Piauí (82,8%) e Paraíba (84%).


Municípios


Por município, Goiânia lidera no Estado a taxa de alfabetização, com 97,5%. A cidade está na 198ª posição no País. Em seguida, estão Valparaíso de Goiás (97,2%), Anhanguera (97,2%), Catalão (96,7%) e Aparecida de Goiânia (96,3%).


Nas primeiras colocações do ranking estão São João do Oeste/SC (99,1%), Westfália/RS (99,0%), Rio Fortuna/SC (98,8%), São Caetano do Sul/SP (98,8%) e Balneário Camboriú/SC (98,8%).


Estratificação


Em Goiás, por faixa etária, o grupo de 15 a 19 anos tem a menor taxa de analfabetismo, sendo 1%. Já o grupo de pessoas idosas, com 65 anos ou mais, representa 21,2%: um a cada cinco.


Por cor, em 2022, a taxa de analfabetismo de pessoas de cor ou raça branca e amarela com 15 anos ou mais de idade era de 4,3% e de 3,4%, respectivamente, enquanto a taxa de analfabetismo de pretos, pardos e indígenas com 15 anos ou mais de idade era de 8,7%, 5,7% e 8,8%.


Destaca-se, mulheres apresentam melhores indicadores educacionais. Conforme o IBGE, “o percentual de mulheres, em Goiás, que sabiam ler e escrever era 94,9%, enquanto o de homens era 94,1%”. A mesma vantagem foi verificada em quase todos os grupos de cor e raça. A exceção foi o dos indígenas, que registrou percentual de alfabetização de 90,9% entre as mulheres e de 91,6 entre os homens.

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