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Dorival volta à CBF nesta sexta-feira e inicia nova rotina como técnico da Seleção

Comissão iniciou observações para primeira lista de 1º de março e vai se reunir para conhecer banco de dados do departamento na confederação




GE

Dorival Júnior na apresentação como novo técnico da seleção brasileira, na sede da CBF — Foto: Staff Images/CBF



A era Dorival Júnior começa, de fato, nesta sexta-feira na seleção brasileira. Uma semana depois da apresentação em concorrida coletiva de imprensa, o treinador da Seleção masculina volta à CBF e inicia nova rotina, com presença frequente na sede da confederação.


A primeira convocação está marcada para o dia 1º de março para os amistosos contra a Inglaterra (23 de março) e Espanha (26 de março), nos estádios de Wembley e Santiago Bernabéu, respectivamente.


Desde a entrevista na última semana, Dorival e sua comissão - os auxiliares Lucas Silvestre e Pedro Sotero e o preparador Celso Rezende - iniciaram observações de atletas, mas vão começar verdadeira incursão no banco de dados de jogadores que funciona no segundo andar do prédio da CBF. Ele saiu de São Paulo e voltou para o Rio de Janeiro nessa quinta-feira, de carro.


A sala de técnico, que ficava vazia desde a saída de Tite após a Copa do Mundo de 2022, vai ser ocupada por Dorival, que planeja dar expediente na CBF, como fazia o antecessor. Da estrutura técnica que atendia ao atual treinador do Flamengo, ainda estão os analistas Bruno Baquete e Thomaz Araújo, o fisiologista Guilherme Passos e a médica Andreia Picanço.


Ele vai ter acesso a série de informações de um grupo grande de atletas monitorados - entre os considerados "selecionáveis", como minutagem de atletas, controle de lesões e outras informações físicas que serão disponibilizadas ao treinador. Não só para a equipe profissional, mas também observados para as seleções base.


Busca por coordenador


Ainda sem definição para a estrutura que será montada no departamento de futebol, a CBF ainda analisa o próximo passo para reforçar a seleção brasileira. Um dos alvos é o diretor de futebol do Atlético-MG, Rodrigo Caetano. Na mesma estrutura, Mauro Silva, vice-presidente da Federação Paulista de Futebol, também interessa.



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