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Distrito de IA de Goiás projeta abrir 1,5 mil bolsas e mais de 1,4 mil empregos

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura

Distrito de IA busca conectar a formação acadêmica às demandas reais do setor produtivo de tecnologia, aproximando ensino e qualificação




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O novo Distrito de Inovação e Inteligência Artificial de Goiás (DI.IA), lançado na terça-feira (30), deve abrir 1.406 empregos diretos e oferecer 1,5 mil bolsas de qualificação profissional já na primeira fase de implantação. Além das vagas, o projeto prevê cursos técnicos gratuitos, programas de residência tecnológica e parcerias com universidades e o Sistema S para formar profissionais voltados ao mercado de inteligência artificial.


A meta da gestão estadual ultrapassa a simples captação de novos negócios do setor tecnológico. O plano foca na capacitação de capital humano qualificado para suprir as necessidades do mercado que se consolidará na região. Desse modo, a iniciativa já se inicia conectada a polos acadêmicos do Setor Leste Universitário — a exemplo da Universidade Federal de Goiás (UFG) e da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) —, juntamente com entidades de capacitação.


De acordo com as diretrizes do Executivo, o complexo disponibilizará incentivos financeiros de estudo para os eixos de capacitação vinculados ao polo, além de abatimentos em formações tecnológicas e turmas sem custos na rede do Senac. A estruturação também engloba mentorias práticas e ecossistemas voltados ao impulsionamento de novos negócios nascentes.


Quem poderá participar?


Ainda que o calendário oficial e as regras de seleção não tenham sido publicados, a meta é abranger acadêmicos, especialistas em transição de carreira ou que buscam aperfeiçoamento digital, além de fundadores de negócios focados em ferramentas de IA.


No evento de apresentação da proposta, José Frederico, titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, reforçou a meta de posicionar o estado como um imã de mentes inovadoras. “A ideia é que venha talentos goianos, talentos do Brasil inteiro para que a gente tenha o principal aglomerado que concentra empresas de tecnologia e centros de pesquisa”, afirmou.


O secretário mencionou também que a iniciativa visa elevar o padrão das remunerações no mercado de trabalho regional. “Empregos de tecnologia são empregos que pagam bem. Estamos falando de gente que vai ganhar bem, que vai conseguir afetar ao seu redor e fazer crescer a economia goiana”, destacou.

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