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Diretora da Câmara de Pires do Rio é afastada após ser acusada de instalar escuta clandestina

A operação, denominada “Falso Olho”, resultou na execução de três mandados de busca pela Polícia Civil




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Diretora da Câmara de Pires do Rio segue sob investigação (Foto divulgação)


A diretora da Câmara Municipal de Pires do Rio, em Goiás, foi afastada do cargo após ser acusada de instalar uma microcâmera espiã com captação de áudio de maneira clandestina, na sede da Câmara. A operação, denominada “Falso Olho”, resultou na execução de três mandados de busca pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia do município, em 20 de dezembro.


As investigações foram iniciadas pela Polícia Civil em 2022, quando o equipamento de vídeo e áudio foi descoberto. Desde então, várias diligências judiciais foram realizadas para esclarecer o caso.


Além da atual diretora da Câmara Municipal de Pires do Rio, outros suspeitos também tiveram mandados de busca domiciliar cumpridos, incluindo um vereador. A justiça determinou o afastamento cautelar da diretora por um período de 90 dias.


O inquérito policial será concluído após a análise do material recolhido durante a operação e, em seguida, será encaminhado ao Poder Judiciário.


O artigo 10 da Lei nº 9.296 de 24 de Julho de 1996 estabelece que é crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, ou quebrar segredo da Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. A pena prevista é de reclusão, de dois a quatro anos, e multa.

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