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Direitos de Wellington Rato, do São Paulo, valorizaram quase 50.000% em dois anos

Globo Esporte

Wellington Rato em treino do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / saopaulofc



Dificilmente algum investimento tenha rendido tanto nos dois últimos anos quanto os direitos econômicos do meia Wellington Rato, recém-contratado pelo São Paulo.

Em setembro de 2020, o Atlético-GO pagou R$ 10 mil para tirar o jogador do Ferroviário, do Ceará, que na época disputava a Série C. No último sábado, concretizou a transferência de Wellington Rato ao São Paulo por R$ 5 milhões por 80% dos direitos. Uma valorização de 49.900%.

Os goianos ainda ficaram com 20% dos direitos, no que pode render mais algum dinheiro caso Rato seja negociado pelo São Paulo no futuro.

O meia foi anunciado pelo clube do Morumbi no último sábado e já treinou com os novos companheiros. Com 30 anos, ele assinou um contrato válido por três temporadas.

Antes de chegar ao Atlético-GO, Wellington Rato nunca tinha jogado uma partida de Série A. Ele perambulou por clubes menores, como Audax Rio, Red Bull Brasil, Joinville e Ferroviário.

Foi no clube do Ceará que ele chamou a atenção de dirigentes goianos. O contrato dele, na época, previa a multa baixa caso a proposta fosse de um clube da primeira divisão.

No Atlético-GO, chegou a ser emprestado ao V-Varen, do Japão, e só explodiu em 2022, quando alcançou números muito superiores aos de outros anos da carreira.

Foram 70 jogos e 15 gols em 2022 – o que lhe rendeu um novo clube apesar do rebaixamento do Atlético-GO no Brasileiro.

Wellington Rato é o terceiro reforço do São Paulo para 2023 – o clube antes trouxe o atacante Pedrinho e o goleiro Rafael. Os atacantes Marcos Paulo e David e o volante equatoriano Jhegson Méndez estão na mira.

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