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Dengue em Goiás: hospitais privados registram aumento de 25% nos atendimentos

Situação atinge principalmente Goiânia, com risco de colapso no Distrito Federal



Olha Goiás




Os hospitais privados em Goiás estão enfrentando um aumento no número de atendimentos relacionados à dengue, segundo dados recentes da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg).


O aumento de 25% nos casos preocupa autoridades de saúde, principalmente na capital Goiânia, onde um dos hospitais já registra 22 pacientes no pronto-socorro e três internações, enquanto em Caldas Novas, outro centro de saúde atendeu 10 pessoas no pronto-atendimento e cinco estão internadas.


O presidente da Ahpaceg, Haikal Helou, expressou preocupação com a possibilidade de um colapso na demanda de atendimento por dengue nos hospitais do Distrito Federal. Ele ressaltou que, assim como no início da pandemia de COVID-19, a situação pode começar em determinadas regiões e se estender rapidamente. As autoridades estão adotando medidas preventivas, mas a incerteza sobre a gravidade futura dos casos persiste.


O governo de Goiás decretou situação de emergência em saúde pública devido ao aumento contínuo dos casos de dengue.


O decreto, publicado na noite de sexta-feira, autoriza medidas para conter a propagação da doença e evitar internações e mortes. Com mais de 22 mil casos registrados e duas mortes, um aumento de 58% em relação ao mesmo período do ano anterior, a situação é grave e exige ações imediatas.


O governador Ronaldo Caiado enfatizou a importância de medidas preventivas, como a eliminação de criadouros do mosquito transmissor. Ele destacou que a limpeza e o descarte adequado do lixo são fundamentais para interromper o ciclo de proliferação do Aedes aegypti.


O secretário de Estado da Saúde, Rasível dos Reis, reforçou o compromisso do governo em enfrentar a situação, mobilizando recursos e apoiando os municípios nas ações de combate à dengue.


Diante do aumento alarmante dos casos, a colaboração de toda a população é essencial para evitar uma crise ainda maior. O momento requer união de esforços e atenção redobrada para proteger a saúde pública em Goiás.

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