top of page

Delegado afastado nega desvio e revela que pediu galpões públicos para guardar cargas apreendidas

  • há 12 horas
  • 2 min de leitura

Em manifestação ao Jornal Opção, Alexandre Bruno de Barros contesta investigação, detalha pedidos feitos à cúpula da segurança e a órgãos de controle e afirma ter revogado autorizações para depósitos privados em 2023




Jornal Opção




Alvo de um afastamento cautelar de 90 dias, o delegado de Polícia Civil Alexandre Bruno de Barros rebate as suspeitas de suposto desvio de mercadorias durante o período em que esteve à frente da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas (Decar).


Em manifestação formal encaminhada por sua defesa ao Jornal Opção, o delegado apresentou documentos que demonstram ter cobrado providências formais da cúpula da Polícia Civil de Goiás (PCGO), da Promotoria do Controle Externo e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPGO) antes de ser formalmente investigado.


A repercussão do caso ganhou força após a deflagração de uma operação policial que apura o suposto desvio de cargas de vergalhões de aço de alto valor. Segundo a defesa, a utilização de depósitos particulares para guardar materiais apreendidos teria ocorrido diante da falta de infraestrutura e de pátios públicos adequados na unidade para abrigar os bens recuperados.


O policial ressaltou ainda que deixou a titularidade da especializada há quatro anos e afirmou que não presidiu o inquérito policial relacionado à apreensão da carga de aço mencionada na investigação.


Relembre o caso


O afastamento cautelar por 90 dias de um delegado, um escrivão e um agente da Polícia Civil de Goiás foi determinado no dia 13 de julho. De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, os três são investigados sob suspeita de envolvimento em um esquema de desvio e revenda de cargas apreendidas em operações policiais.


As suspeitas recaem sobre procedimentos envolvendo materiais apreendidos, entre eles uma carga de vergalhões de aço avaliada em quase R$ 1,5 milhão, oriunda da operação Fogo Amigo, deflagrada em 2021.


Segundo as investigações divulgadas, os materiais teriam sido encaminhados para galpões particulares e posteriormente comercializados no mercado informal.


O caso é apurado pela Polícia Civil, por meio da Corregedoria, e pelo Ministério Público.

Comentários


bottom of page