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Com meta de Zubeldía por posição alcançada, Fluminense começa a testar força do elenco contra o Remo

12 de mar.
2 min de leitura

Treinador já havia destacado carências no elenco e deu aval para os seis reforços na última janela; todos estão à disposição nesta quinta




GE




O Fluminense enfrenta o Remo nesta quinta-feira, às 19h (de Brasília), e chega para a quinta rodada do Campeonato Brasileiro com todos os seis reforços contratados à disposição da comissão técnica pela primeira vez. Millán, Alisson e Castillo tendem, inclusive, a fazer estreia em Belém.


Desde que chegou ao clube, o treinador argentino falou sobre a necessidade de ter um elenco mais amplo. Enquanto em muitas partes do mundo a preferência é por grupos mais enxutos, ele acredita que o calendário inchado obriga a ter mais nomes para suportar a maratona.


Em entrevista coletiva no início de fevereiro, ele chegou a dizer que gostaria de trabalhar com três jogadores por posição:


— O ideal seria ter dois ou três jogadores por posição, dois consolidados e outro como alternativa para a posição. No ano passado eu sempre destaquei a quantidade de jogadores do elenco do Fluminense, sempre falei tinha muitos bons jogadores. E cheguei a falar para a diretoria que temos vários bons jogadores. Muitos jogadores saíram na virada do ano, oito ou nove jogadores, alguns com mais e outros com menos minutos — disse o treinador.


Por isso, o planejamento traçado pela diretoria com a comissão técnica era ter, pelo menos, dois nomes brigando pela titularidade em cada posição, de preferência com características diferentes. Além disso, um terceiro jogador que corresse por fora, podendo ser uma aposta ou um jovem da base.


O planejamento foi alcançado na reta final da janela internacional, com mais segurança em alguns setores e menos em outros. As laterais são o exemplo do cenário ideal traçado.

Tanto na esquerda quanto na direita há dois jogadores experientes, que brigam por espaço e se revezam na titularidade, e uma jovem aposta de terceira alternativa.


Samuel Xavier e Guga o fazem pelo lado direito, com Julio Fidélis vindo em projeção do sub-20. Na esquerda, Renê e Arana vêm alternando, com Vagno sendo o terceiro nome se desenvolvendo na base.


Já no comando de ataque há incerteza apesar do grande investimento. Rodrigo Castillo e John Kennedy são os nomes de mais destaque, com Cano correndo por fora. Keven é aposta da base para o setor, mas ainda não estreou no time principal.


O argentino chega sob a expectativa da contratação mais cara da história do Fluminense, mas a experiência e os números são de uma aposta. Aos 27 anos, tem 38 gols em 136 jogos na carreira. É tratado como um dos melhores centroavantes da Argentina, mas precisará confirmar o status na competitividade no Brasil.


John Kennedy começou bem o ano com quatro gols e uma assistência em sete jogos, mas entrou em seca e não participa há sete partidas. Cano vive situação ainda mais complicada, já que não entra em campo desde outubro de 2025.


O Fluminense fechou a primeira janela de 2026 como o quarto time que mais gastou no futebol brasileiro, atrás apenas de Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro. De volta à Libertadores, o clube vive a expectativa de voltar a ser competitivo. Bateu na trave na primeira chance de título do ano ao perder a final do Carioca na disputa de pênaltis para o Flamengo.

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