Clínicas de Goiás ficam proibidas de usar PMMA a partir de junho; entenda riscos
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Segundo o CFM, substância pode causar complicações severas de curto prazo, incluindo infecções e crises alérgicas
Portal 6

A partir desta terça-feira (02), os estabelecimentos médicos em Goiás e no restante do país não poderão mais utilizar o polimetilmetacrilato (PMMA) em procedimentos de preenchimento.
A determinação parte de uma nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que veta o composto tanto para tratamentos estéticos quanto reparadores.
Originalmente aplicado na confecção de lentes de contato e placas rígidas, o acrílico ganhou espaço na medicina reparadora e no mercado da beleza em formato de microesferas injetáveis.
Contudo, como apontado pelo CFM, essa versão líquida aplicada no corpo é capaz de desencadear complicações severas de curto prazo, incluindo infecções e crises alérgicas.
O principal perigo reside na permanência definitiva da substância no organismo, o que costuma provocar inflamações crônicas e danos renais severos ao longo dos anos.
O plano do conselho federal é erradicar totalmente a circulação do produto no território nacional. Para que isso ocorra, a autarquia planeja uma interlocução com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o intuito de retirar o item do mercado consumidor.


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