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Chefe de limpeza é preso suspeito de pegar no bumbum e oferecer gratificações em troca de sexo

Além da prisão do chefe de limpeza Werlley Pereira, polícia indiciou diretor de compliance Marcus Moreira por assédio e importunação sexual. Companhia disse que tomou "medidas cabíveis".


G1-Goiás

Werlley Fernandes Pereira e Marcus Vinícius Martins Moreira, denunciados por assédio e importunação sexual — Foto: Divulgação/Polícia Civil



O chefe da seção de limpeza da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) foi preso suspeito de assédio e importunação sexual contra três servidoras da Prefeitura de Goiânia.


A delegada Amanda Menuci contou que um membro da diretoria também foi indiciado pelo mesmo crime contra outra servidora, mas não foi localizado até esta quinta-feira (28).


Em nota, a Comurg informou que Marcus Moreira foi exonerado no dia 28 de agosto. Já sobre Werlley Pereira, a companhia disse que tomou todas as medidas administrativas cabíveis e aguarda a conclusão do inquérito pela Polícia Civil.


A prisão ocorreu na terça-feira (26). A delegada explicou que a mulher que denunciou o então diretor de compliance, Marcus Moreira, contou que estava com uma doença grave quando foi assediada. Além disso, ele falava frases de teor sexual para ela e fazia brincadeiras pejorativas.


Já as mulheres que denunciaram o chefe da limpeza relataram toques no bumbum, promessas de gratificações em troca de sexo e comentários de cunho sexual.


Uma das vítimas contou que, além dos assédios, ela também sofria punições no serviço por parte do chefe de limpeza. “Ele sempre me chamava pra sair e, quando eu brigava dizendo que não, ele me punia no serviço. Não me deixava tirar o tempo adequado de descanso, colocava para fazer mais serviços, para trabalhar no escuro”, afirmou.

“Ele tentou me agarrar à força, eu o empurrei e saí correndo até uma praça que tinha próximo. Fiquei lá até mais tarde”, disse a servidora.


Outra denúncia

Em julho, o g1 publicou uma das denúncias contra Werlley Pereira. Segundo a servidora, o chefe da limpeza deu tapas no bumbum dela e pediu para ela mostrar os seios para ele. Além disso, a mulher relatou que, por quatro vezes, ele fechou a porta do local que eles estavam, mostrou o órgão genital para ela e fez pedidos sexuais.


Após a vítima recusar várias vezes os pedidos sexuais, o chefe começou a maltratá-la na frente de outros colegas.



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