top of page

Carlinhos Cachoeira é solto após prisão da PF em investigação por ataques a delegado de Goiás

  • há 20 minutos
  • 2 min de leitura

Contraventor foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Ele é investigado por crimes de calúnia, difamação e injúria.




G1-Goiás





O contraventor Carlinhos Cachoeira foi solto nesta quarta-feira (13) após ser preso em um processo de difamação contra o delegado de Goiás, Francisco Lipari, de acordo com o advogado Matheus Hanun. A prisão aconteceu no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, nesta quarta-feira (13). No processo, ele é investigado por crimes de calúnia, difamação e injúria.


Ao g1, a defesa de Carlinhos Cachoeira confirmou a soltura dele, mas disse que não irá se manifestar sobre o caso. O processo está em segredo de Justiça.


Segundo reportagem da TV Anhanguera, Carlinhos Cachoeira fez publicações em 2024 contra o delegado Francisco Lipari, que é titular da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), em Goiânia.


O contraventor divulgou informações sigilosas sobre Francisco, como a foto e a placa de um carro. Entre as acusações de difamação, Cachoeira dizia que o delegado recebia propina para atuar em uma investigação.


Retaliação


Segundo a reportagem da TV Anhanguera, as ações de difamação seriam uma retaliação por parte de Cachoeira, uma vez que a delegacia em que o delegado atua investiga crimes em que Carlinhos e seus parentes estariam envolvidos


"Quanto às circunstâncias que motivam o representado a ofender a minha honra e a dos demais delegados da Deccor, acredito que se trata do fato de ter sido investigado e indiciado em inquérito policial que tramitou nesta delegacia", diz trecho do processo atribuído a Francisco.


De acordo com a TV, o documento tem quase 760 páginas. Cachoeira divulgou prints de telas de resultado de uma consulta sobre dados do veículo do delegado. As informações foram extraídas do banco de dados da Administração Pública.


O processo também destacou que há fortes indícios de que Cachoeira tenha subornado um agente público mediante um pagamento de vantagem, possivelmente um policial, para a realização da consulta no banco de dados, segundo a TV.

Comentários


bottom of page