Bolsonaro passa mal, tem crise de vômito e é levado às pressas a hospital em Brasília
- pereiraalves4
- 16 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Médico afirmou que ex-presidente teve quadro de queda de pressão e passará por avaliação clínica
O Globo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi levado nesta terça-feira para um hospital em Brasília após ter uma crise de soluços e vômitos. De acordo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-mandatário, ele também apresentava um quadro de pressão baixa no momento em que a família decidiu conduzi-lo para unidade de saúde.
Ele estava acompanhado de policiais que monitoram a residência onde cumpre prisão domiciliar e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
Segundo o chefe da equipe médica que acompanha a saúde do ex-presidente, a ida ao hospital teve como objetivo realizar a "avaliação clínica, medidas terapêuticas e exames complementares".
— O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou na tarde de hoje, um quadro de mal estar, queda da pressão arterial e vômitos. Solicitei que fosse encaminhado ao Hospital DF Star para avaliação clinica, medidas terapêuticas e exames complementares. Assim que tivermos uma definição clara do quadro clínico, atualizaremos as informações — disse o médico Claudio Birolini, em nota distribuída a jornalistas.
Bolsonaro esteve no hospital no domingo passado, três dias após ser condenado a uma pena de 27 anos por tentativa de golpe e outros quatro crimes.
Na ocasião, ele deixou a prisão domiciliar para realizar exames e procedimentos médicos. O boletim médico divulgado logo após a alta apontou quadro de "anemia" e a tomografia mostrou imagem residual de uma pneumonia recente.
No domingo, foi primeira vez que o ex-mandatário deixou a sua residência após a condenação pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Como está em prisão domiciliar por suspeita de obstrução de Justiça, desde o início de agosto, Bolsonaro precisou de autorização do ministro Alexandre de Moraes para poder fazer o deslocamento.
Nesta terça, porém, ele deixou o local por uma emergência. Uma decisão de Moraes de agosto prevê que, nesse caso, não há necessidade de autorização prévia, mas obriga a comprovação da condição médica em até 24 horas depois.






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