top of page

Avanço de frente fria pode trazer tempestades para Goiás nesta semana, alerta Cimehgo

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Formação de um corredor de umidade entre as regiões Norte e Centro-Oeste cria condições favoráveis para áreas de instabilidade em diversas regiões do estado.




G1-Goiás





O avanço de uma frente fria combinado com o transporte de umidade da região Norte deve provocar tempestades em Goiás ao longo desta semana, segundo o Cimehgo.


De acordo com o órgão, a formação de um corredor de umidade entre as regiões Norte e Centro-Oeste cria condições favoráveis para áreas de instabilidade em diversas regiões do estado.


Segundo o gerente do Cimehgo, André Amorim, o principal fator para a instabilidade é a umidade vinda da região Norte.


“Essa umidade ainda consegue avançar sobre o estado de Goiás e gerar áreas de instabilidade, mesmo com períodos de sol ao longo do dia”, explicou.

Como fica o tempo


A previsão indica um dia de sol com variação de nebulosidade em todo o estado, o que favorece o aquecimento ao longo do dia. Esse calor, somado à alta umidade, contribui para a formação de nuvens carregadas.


As chuvas devem ocorrer de forma isolada, mas com potencial para tempestades.


Na capital, Goiânia, a temperatura pode chegar aos 32 °C, com umidade variando entre 40% e 90% e possibilidade de pancadas de chuva ao longo do dia.


Segundo o Cimehgo, o cenário é de atenção devido à possibilidade chuvas fortes, com risco de alagamentos pontuais, raios e rajadas de vento que podem ultrapassar 50 a 60 km/h

André Amorim também alerta para mudanças rápidas no tempo ao longo do dia.


“Não é porque amanheceu com sol que não pode chover forte no fim da tarde. Essas chuvas são irregulares e podem acontecer de forma intensa em poucos minutos”, afirmou.

Ainda segundo André, o estado já está em período de transição entre estações. “Estamos saindo do período chuvoso e caminhando para o período seco, mas ainda com influência de frentes frias e da umidade da região Norte, o que mantém essas instabilidades”, concluiu.


Comentários


bottom of page