Auxílio a motores estreia após GP do Canadá e pode mexer com a F1 2026
Por meio do chamado ADUO, FIA vai dar oportunidades adicionais de desenvolvimento a fornecedoras de motores que estiverem mais de 2% abaixo do desempenho da mais bem avaliada
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A Fórmula 1 vai ter uma importante novidade nos dias que sucederem o GP do Canadá de domingo (24): a primeira utilização de um mecanismo que pode mexer com a ordem de forças entre as equipes da categoria. O chamado ADUO (sigla para Additional Development and Upgrade Opportunities, em inglês) pode fornecer oportunidades adicionais de desenvolvimento às fornecedoras de motores, desde que estejam com desvantagem acima de 2% em relação à mais bem avaliada.
O cálculo dessa desvantagem é feito pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O mecanismo foi criado para aumentar a competitividade entre as equipes após a introdução dos novos regulamentos; caso se enquadre nos requisitos da entidade, uma fornecedora terá mais tempo de testes, atualizações adicionais e reajustes no teto de gastos da categoria.
A primeira implementação do sistema estava prevista para o GP de Miami, que seria a sexta etapa do Mundial deste ano. No entanto, o cancelamento das corridas no Bahrein e na Arábia Saudita bagunçou o calendário, e a FIA revisou os períodos em que verificará os desempenhos das equipes em 2026.
A nova divisão é a seguinte:
Período 1: corridas 1 a 5 (Austrália até Canadá)
Período 2: corridas 6 a 11 (Mônaco até Hungria)
Período 3: corridas 12 a 18 (Holanda até México)


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