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Após alta, Caiado cita Ludhmila Hajjar para Saúde e promete indicar quatro mulheres ao STF

há 14 minutos
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O candidato aproveitou o momento para fazer uma avaliação do cenário nacional e disse nunca ter presenciado, em seus 40 anos de vida política, “um momento tão desestruturante do ponto de vista das instituições que comandam os poderes no país”



Jornal Opção




O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) indicou, neste domingo, 13, que a médica goiana Ludhmila Abrahão Hajjar, natural de Anápolis, poderá ter um espaço no Ministério da Saúde em um eventual governo.


Durante entrevista após receber alta hospitalar em São Paulo, Caiado também afirmou que pretende indicar quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os nomes citados está o da ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge.


Ao se referir à médica, o candidato afirmou: “Quem vai arrumar a saúde no Brasil? Essa mulher que tem essa credencial, esse reconhecimento nacional, aqui está ela, a professora Ludhmila Abrahão”.


Recuperação


Caiado recebeu alta neste domingo, após ser internado na quinta-feira, 10, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Segundo o candidato, um quadro de faringite aguda evoluiu rapidamente para pneumonia, que foi tratado durante a internação.


Apesar de afirmar estar em condições de retomar as atividades, ele disse que ainda precisa seguir recomendações médicas. “Não vou dizer a você 100%”, disse. Segundo Caiado, Ludhmila recomendou a continuidade das medicações por via oral e uma redução no ritmo da agenda, evitando viagens sucessivas, mudanças de clima e grandes aglomerações.


Ao comentar sua volta à agenda política, Caiado afirmou que pretende participar de um debate paralelo marcado para esta segunda-feira, 14.


O candidato aproveitou o momento para fazer uma avaliação do cenário nacional e disse nunca ter presenciado, em seus 40 anos de vida política, “um momento tão desestruturante do ponto de vista das instituições que comandam os poderes no país”. Para ele, a crise envolve os três Poderes e provoca “ansiedade enorme” e “decepção profunda” na população.


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