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Apreensão de armas de fogo em presídios de Goiás caiu de 21 para zero, entre 2018 e 2023

As apreensões de arma de fogo que chegaram a 21, em 2018 chegaram a 0 em 2023



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Penitenciárias de Goiás apresentam redução de episódios negativos nos últimos cinco anos (Foto: Divulgação)




Levantamento da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) mostra que de 2018 para cá, todos os índices de eventos negativos nas penitenciárias de Goiás apontaram queda ao longo dos últimos cinco anos, que foi acentuada em 2023. O lançamento oficial do documento será feito em fevereiro.


O levantamento contabiliza rebeliões, fugas, apreensões de armas de fogo, armas brancas, drogas, celulares e interceptação de celulares durante a entrada de alimentos e produtos de higiene nos presídios, além dos foragidos.


As apreensões de arma de fogo que chegaram a 21, em 2018 chegaram a 0 em 2023. Também não houve nenhuma rebelião. As apreensões de drogas alcançaram o menor índice em cinco anos: de 175kgs para 1.75kg num percentual de 99,9%. As apreensões de celulares também apresentaram reduções drásticas: de 6.688 para 215.


O número de foragidos também caiu consideravelmente. De 354 para 4 em 2023. O diretor-geral da Polícia Penal Josimar Pires, comemora os números. “A redução dos eventos de índices negativos dentro do sistema penitenciário goiano se deu em virtude dos investimentos maciços na Polícia Penal realizados pelo Governo do Estado nos últimos cinco anos”, destaca.


“Investimentos estes em contratação de pessoal, compra de armamento, construção, reforma e ampliação de unidades prisionais e cursos de capacitação para os servidores. De 2019 até agora, o Governo do Estado já empregou aproximadamente R$ 268,9 milhões no sistema. São números recordes. Somente em 2023 foram R$ 99 milhões. Com isso, a Polícia Penal pode retomar o efetivo controle do cárcere em Goiás”, comemora.


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