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André Rocha é eleito para comandar a Fieg no mandato de 2027 a 2030

há 19 minutos
2 min de leitura

Eleita em chapa única, nova diretoria prevê investimentos em educação, tecnologia e serviços às indústrias goianas




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O empresário e engenheiro civil André Luiz Baptista Lins Rocha foi eleito nesta segunda-feira (5/10) para presidir a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) no quadriênio 2027-2030. 


A eleição teve chapa única.


A nova diretoria terá como prioridades a melhoria dos serviços prestados pelo Sistema Fieg, a formação profissional e o apoio à inovação nas empresas. 


André Rocha também pretende ampliar a relação da entidade com os sindicatos, as indústrias e o poder público.


“Vamos dar cada vez mais instrumentos para que os sindicatos estejam mais próximos de seus associados e queremos aproximar mais ainda a Fieg das indústrias goianas e do setor público, estreitando parcerias”, afirmou.


Entre as pautas da gestão estão o acompanhamento das condições de oferta de energia, melhorias na infraestrutura e na logística e a simplificação de processos burocráticos.


Na educação, o planejamento do Sesi e do Senai inclui formação de professores, preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ensino de robótica e certificação em inglês pelo exame Toefl.


O cronograma de obras prevê, ainda em 2026, a inauguração de unidades do Sesi e do Senai em Senador Canedo e de academias no Jardim Planalto, em Goiânia, e em Aparecida de Goiânia.


Para 2028, estão previstas as entregas da escola Sesi Senai Trindade e da Escola de Referência Sesi Jardins, na capital. Esta última tem início das atividades programado para janeiro daquele ano, com previsão de 400 ambientes educacionais e uso de recursos digitais e atividades práticas de aprendizagem.


O plano também contempla a atuação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL Goiás) em gestão e inovação. Segundo Rocha, as ações seguirão as prioridades estabelecidas no Mapa Estratégico da Indústria de Goiás e na Agenda da Indústria Goiana.


Engenheiro civil, o presidente eleito atua nos setores sucroenergético e de bioenergia e preside entidades representativas dessas atividades. Criada em 1950, a Fieg reúne 35 sindicatos patronais.

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