top of page

Ancelotti explica por que Vini Jr não cobrou pênalti em Brasil x Noruega

  • há 10 minutos
  • 2 min de leitura

Bruno Guimarães foi escolhido e perdeu cobrança no primeiro tempo do duelo



GE




Carlo Ancelotti explicou o motivo que o levou a escolher Bruno Guimarães, e não Vinicius Junior, para a cobrança do pênalti no primeiro tempo da eliminação contra a Noruega, nas oitavas da Copa do Mundo. O camisa 8 teve a cobrança defendida pelo goleiro Nyland, no primeiro tempo da derrota por 2 a 1, que eliminou a Seleção nas oitavas de final.


— (A escolha foi) Porque fizemos uma estatística de um ano de jogadores rivais e dos nossos. O melhor a bater o pênalti é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha, depois Bruno Guimarães, depois Martinelli.


Forte calor será personagem da partida


"Escolhemos Bruno Guimarães porque pensamos que era o melhor no campo", explicou o italiano.


No intervalo, o filho de Ancelotti e auxiliar do treinador italiano, Davide Ancelotti, disse que a decisão de qual batedor cobraria um possível pênalti foi feita antes do jogo.


Os três citados pelo técnico com aproveitamentos melhores do que Bruno Guimarães não estavam em campo no momento em que o árbitro marcou o pênalti sobre Matheus Cunha.


Neymar ficou no banco por opção da comissão técnica, entrou no segundo tempo e converteu cobrança em pênalti sofrido por Casemiro, já nos acréscimos. Igor Thiago também ficou fora do time por escolha técnica/tática.


Raphinha, por outro lado, era titular da equipe até sofrer lesão muscular no duelo com o Haiti, na segunda rodada da fase de grupos.


Bruno Guimarães assumiu a cobrança e bateu a meia altura, com o goleiro defendendo com tranquilidade. Na última temporada europeia, o camisa 8 da Seleção converteu as duas cobranças pelo Newcastle, mas não era o cobrador oficial da equipe.


Vinicius Junior, por outro lado, cobrou sete penalidades com a camisa do Real Madrid na temporada 2025/2026, com dois erros e cinco acertos. Com a Seleção, converteu cobrança em amistoso diante de Guiné, em 2023.




Comentários


bottom of page