Amado Batista entra na ‘lista suja’ do trabalho escravo
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Sertanejo goiano teve o nome registrado em duas autuações na cidade de Goianápolis. Ambas ocorreram em 2024
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O cantor goiano Amado Batista entrou na “lista suja” do trabalho escravo, que divulga os nomes de empregadores que submeteram trabalhadores a condições semelhantes à escravidão. A nova lista foi divulgada nesta segunda-feira (6) pelo governo federal.
O sertanejo teve o nome registrado em duas autuações na cidade de Goianápolis. Uma delas envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro trabalhadores em condições análogas à escravidão. Ambas as situações ocorreram em 2024.
Em nota, a assessoria do sertanejo afirmou que a informação de resgate nas propriedades é “inverídica”. Ainda conforme o posicionamento, os trabalhadores continuam operando normalmente nas áreas rurais, visto que as irregularidades ocorreram na contratação de quatro funcionários por uma empresa terceirizada.
Amado é um dos 10 novos nomes goianos a ingressar a lista em 2026, composta por pessoas físicas e jurídicas relacionadas a casos fiscalizados nos últimos seis anos.
Lista suja do trabalho escravo
Ao todo, foram adicionados 169 novos empregadores no cadastro, o que representa um aumento de 6,28% em relação à última atualização. Do total de patrões, 102 são pessoas físicas e 67 são empresas. Com a nova atualização, cerca de 613 empregadores passaram a integrar a chamada “lista suja”. Goiás foi o 6º Estado que mais teve empregadores incluídos.
Os casos da nova atualização ocorreram entre os anos de 2020 e 2025, em 22 unidades da Federação. Veja o ranking:
Minas Gerais (35);
São Paulo (20);
Bahia (17);
Paraíba (17);
Pernambuco (13);
Goiás (10);
Mato Grosso do Sul (10);
Rio Grande do Sul (9);
Mato Grosso (7);
Paraná (6);
Pará (5);
Santa Catarina (4);
Maranhão (4);
Acre (2);
Distrito Federal (2);
Espírito Santo (2);
Rio de Janeiro (2);
Amazonas (1);
Ceará (1);
Rondônia (1);
Sergipe (1).


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